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NOVIDADES

01/06/2017 - MPU: expectativa de muitas contratações

 O Ministério Público da União (MPU) está trabalhando para definir em breve a oferta do seu concurso para técnico administrativo e analista em Direito. No entanto, é muito provável que o órgão realize um grande número de contratações. Esse, inclusive, é o sentimento do diretor-geral do Ministério Público do Trabalho (MPT), Leomar Daroncho, que em entrevista à FOLHA DIRIGIDA disse que existe hoje uma carência grande de servidores, que precisa ser sanada.

 “Não é possível ainda dizer quantas vagas serão oferecidas, já que isso depende de processos internos e da disponibilidade orçamentária, mas deverá ser um número grande”, disse o diretor-geral do MPT, um dos órgãos que compõe o MPU.

De acordo com Leomar Daroncho, um dos fatores que contribuirá para um grande número de contratações é o fato de existirem vagas criadas por lei que estão desprovidas, sem falar na reposição natural de servidores, que gera vacâncias. Segundo ele, há carência em todos os estados, sendo o cargo de técnico administrativo um dos que possui maior déficit.

Leomar Daroncho destacou que as aposentadorias podem também contribuir para um amplo número de contratações. Segundo ele, de 2016 para cá, 60 servidores já se desligaram do MPU, sendo que, nos próximos meses, novos pedidos de aposentadorias poderão ser feitos em virtude da reforma da previdência.

O diretor-geral disse que, em virtude do processo de interiorização do MPT, que ocorreu em 2003 e 2004, a demanda por novos servidores cresceu muito, mas até hoje, devido a questões orçamentárias, as contratações necessárias não foram realizadas. “A situação no quadro de servidores é bastante grave. Apesar de haver uma previsão de ingresso ano a ano, devido a restrições orçamentárias, isso acabou não sendo possível”, explicou.

Agora, o desejo do MPU é viabilizar o concurso para que o provimento dessas vagas possa ser feito. “Temos carência de peritos, analistas e técnicos, principalmente nos polos criados no processo de interiorização. Tudo isso faz falta para que as atividades possam se desenvolver de modo mais adequado”, explicou. Já nas sedes mais antigas, segundo o diretor-geral do MPT, o problema maior está no fato de só haver gente para repor aposentadorias e eventuais desocupações.

Com previsão oficial de definir a organizadora do concurso este mês e divulgar o edital em agosto, o Ministério Público da União (MPU) oferecerá uma das grandes oportunidades na esfera federal deste ano. Haverá vagas para técnico administrativo (nível médio; R$7.260,41) e analista em Direito (superior na área; R$11.345,90).

Além da estabilidade, os selecionados terão direito a auxílios alimentação, de R$884 (já somado nas remunerações mencionadas), e transporte (variável de acordo com a localidade) e assistência pré-escolar de R$699. Há ainda gratificações como de Atividade do Ministério Público da União (GMPU) - já somada nas remunerações mencionadas - e de Qualificação e Treinamento (GQT), essa última premiando servidores com pós-graduação, mestrado ou doutorado.

O servidor do MPU também poderá receber a Gratificação por Projetos, que é paga quando estiver à frente de alguma atividade diferente da que vem exercendo e em novo horário. A carga de trabalho também é flexível. Diferente da maioria dos órgãos públicos, os servidores do MPU atuam por sete horas diárias. Quem estuda e trabalha ainda tem jornada especial, de forma que seu horário de trabalho seja compatível com o de estudos.

Há ainda reajustes salariais anunciados. Até 2019, os ganhos do técnico chegam a R$8.475,37 e os do analista a R$13.339,30. Os servidores poderão ainda chegar ao ápice da carreira, de técnico ou analista, em 13 anos, com os respectivos reajustes.

O MPU ainda não contratou a organizadora, pois vem negociando com o Cebraspe (antigo Cespe/UnB) para isso. O órgão, porém, manteve a previsão de divulgação do edital para agosto (após o dia 5, quando vence a validade do último concurso do órgão para os dois cargos).

O MPU já confirmou que o concurso contemplará todos os estados. O órgão, contudo, ainda não confirmou a oferta de vagas, nem a distribuição, o que acontecerá mais perto da divulgação do edital, já que há concurso válido para os cargos e uma seleção de remoção interna em andamento. Independentemente da oferta, a expectativa é por um grande número de contratações, já que, hoje, já 1.776 vagas disponíveis no MPU, sendo 577 de técnicos administrativos e 1.199 de analistas de Direito. As provas, que deverão acontecer somente a partir de outubro, serão aplicadas em todas as capitais.

A preparação deve ter como base o último concurso, de 2013. À época, os candidatos foram avaliados por meio de duas provas objetivas, uma de Conhecimentos Básicos (50 questões) e outra de Específicos (70). Para analista da área de Direito, houve ainda prova discursiva. Para técnico, de nível médio, o exame de Conhecimentos Básicos versou sobre Português, Noções de Informática, Ética no Serviço Público, Raciocínio Lógico e Legislação Aplicada ao MPU e Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). A avaliação específica, por sua vez, contemplou Noções de Direito Constitucional e de Direito Administrativo, Administração e Administração de Recursos Materiais.

 O Ministério Público da União (MPU) está trabalhando para definir em breve a oferta do seu concurso para técnico administrativo e analista em Direito. No entanto, é muito provável que o órgão realize um grande número de contratações. Esse, inclusive, é o sentimento do diretor-geral do Ministério Público do Trabalho (MPT), Leomar Daroncho, que em entrevista à FOLHA DIRIGIDA disse que existe hoje uma carência grande de servidores, que precisa ser sanada.

 “Não é possível ainda dizer quantas vagas serão oferecidas, já que isso depende de processos internos e da disponibilidade orçamentária, mas deverá ser um número grande”, disse o diretor-geral do MPT, um dos órgãos que compõe o MPU.

De acordo com Leomar Daroncho, um dos fatores que contribuirá para um grande número de contratações é o fato de existirem vagas criadas por lei que estão desprovidas, sem falar na reposição natural de servidores, que gera vacâncias. Segundo ele, há carência em todos os estados, sendo o cargo de técnico administrativo um dos que possui maior déficit.

Leomar Daroncho destacou que as aposentadorias podem também contribuir para um amplo número de contratações. Segundo ele, de 2016 para cá, 60 servidores já se desligaram do MPU, sendo que, nos próximos meses, novos pedidos de aposentadorias poderão ser feitos em virtude da reforma da previdência.

O diretor-geral disse que, em virtude do processo de interiorização do MPT, que ocorreu em 2003 e 2004, a demanda por novos servidores cresceu muito, mas até hoje, devido a questões orçamentárias, as contratações necessárias não foram realizadas. “A situação no quadro de servidores é bastante grave. Apesar de haver uma previsão de ingresso ano a ano, devido a restrições orçamentárias, isso acabou não sendo possível”, explicou.

Agora, o desejo do MPU é viabilizar o concurso para que o provimento dessas vagas possa ser feito. “Temos carência de peritos, analistas e técnicos, principalmente nos polos criados no processo de interiorização. Tudo isso faz falta para que as atividades possam se desenvolver de modo mais adequado”, explicou. Já nas sedes mais antigas, segundo o diretor-geral do MPT, o problema maior está no fato de só haver gente para repor aposentadorias e eventuais desocupações.

Com previsão oficial de definir a organizadora do concurso este mês e divulgar o edital em agosto, o Ministério Público da União (MPU) oferecerá uma das grandes oportunidades na esfera federal deste ano. Haverá vagas para técnico administrativo (nível médio; R$7.260,41) e analista em Direito (superior na área; R$11.345,90).

Além da estabilidade, os selecionados terão direito a auxílios alimentação, de R$884 (já somado nas remunerações mencionadas), e transporte (variável de acordo com a localidade) e assistência pré-escolar de R$699. Há ainda gratificações como de Atividade do Ministério Público da União (GMPU) - já somada nas remunerações mencionadas - e de Qualificação e Treinamento (GQT), essa última premiando servidores com pós-graduação, mestrado ou doutorado.

O servidor do MPU também poderá receber a Gratificação por Projetos, que é paga quando estiver à frente de alguma atividade diferente da que vem exercendo e em novo horário. A carga de trabalho também é flexível. Diferente da maioria dos órgãos públicos, os servidores do MPU atuam por sete horas diárias. Quem estuda e trabalha ainda tem jornada especial, de forma que seu horário de trabalho seja compatível com o de estudos.

Há ainda reajustes salariais anunciados. Até 2019, os ganhos do técnico chegam a R$8.475,37 e os do analista a R$13.339,30. Os servidores poderão ainda chegar ao ápice da carreira, de técnico ou analista, em 13 anos, com os respectivos reajustes.

O MPU ainda não contratou a organizadora, pois vem negociando com o Cebraspe (antigo Cespe/UnB) para isso. O órgão, porém, manteve a previsão de divulgação do edital para agosto (após o dia 5, quando vence a validade do último concurso do órgão para os dois cargos).

O MPU já confirmou que o concurso contemplará todos os estados. O órgão, contudo, ainda não confirmou a oferta de vagas, nem a distribuição, o que acontecerá mais perto da divulgação do edital, já que há concurso válido para os cargos e uma seleção de remoção interna em andamento. Independentemente da oferta, a expectativa é por um grande número de contratações, já que, hoje, já 1.776 vagas disponíveis no MPU, sendo 577 de técnicos administrativos e 1.199 de analistas de Direito. As provas, que deverão acontecer somente a partir de outubro, serão aplicadas em todas as capitais.

A preparação deve ter como base o último concurso, de 2013. À época, os candidatos foram avaliados por meio de duas provas objetivas, uma de Conhecimentos Básicos (50 questões) e outra de Específicos (70). Para analista da área de Direito, houve ainda prova discursiva. Para técnico, de nível médio, o exame de Conhecimentos Básicos versou sobre Português, Noções de Informática, Ética no Serviço Público, Raciocínio Lógico e Legislação Aplicada ao MPU e Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). A avaliação específica, por sua vez, contemplou Noções de Direito Constitucional e de Direito Administrativo, Administração e Administração de Recursos Materiais.

 
Fonte: Folha Dirigida

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